segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O universo num infográfico em Flash


Mesmo que os filósofos do apocalipse prevejam uma morte rápida para o software Flash e a vitória suprema do HTML5, tem bastante gente fazendo coisas inteligentes com o programa. The Scale of the Universe 2 é um infográfico interativo em que você pode comparar os tamanhos de vários  elementos conhecidos do UNIVERSO!
 O universo num infográfico em Flash
Sim, caro leitor, das menores partículas que compõe o universo até as galáxias mais distantes, esse multimídia interativo te permite comparar o conhecemos neste mundão de meu Deus do infinitamente grande ao minúsculo – incluindo na conta nós, o ser humano.
Uma vantagem em relação ao infográfico original são as caixas de informação que aparecem em cada elemento, quando você clica no próprio.

Google se prepara para lançar o próprio cartão de crédito – com um truque interessante


Quase dois anos atrás, o Google lançou o Wallet: um aplicativo que permite usar o celular para fazer pagamentos. Ele só está disponível nos EUA, e vem tendo um crescimento bem lento – por vários motivos, entre eles a compatibilidade com poucos smartphones (o aparelho precisa ter a tecnologia Near Field Contact Communication, o que ainda é raro). Por isso, o Google decidiu dar um passo além: e está se preparando para lançar o próprio cartão de crédito.
Google se prepara para lançar o próprio cartão de crédito – com um truque interessante
A descoberta foi feita pelo site Android Police, que teve acesso a uma versão beta do Wallet – onde há menções ao tal cartão (veja acima). É um cartão de plástico, mas com um chip dentro. Ele pode ser programado com os códigos e as senhas dos cartões que você tem hoje -crédito, débito, etc- , e substituir todos. O cartão ainda não é oficial, nem tem data de lançamento definida. Mas é uma ideia bem interessante, que realmente poderá facilitar a vida das pessoas – e, de quebra, transformar o Google numa superpotência bancária.

Gmail muda a maneira de escrever e responder e-mails; veja como é

Gmail muda a maneira de escrever e responder e-mails; veja como éAs novidades são opcionais (ao se logar no Gmail, você verá uma mensagem perguntando se deseja mudar para o novo sistema). A mudança está começando pelas contas que estão em inglês, mas deve chegar a todos os usuários nos próximos dias.

Chineses já falsificam novo cabo da Apple


Chineses já falsificam novo cabo da Apple
O conector Lighning, criado pela Apple para o iPhone 5 e os novos iPods e iPads, traz como vantagens o tamanho (ele é muito menor do que o tradicional 30-pin) e a praticidade, pois pode ser encaixado em qualquer direção – não existe uma posição “certa” para o plugue. A desvantagem é que, se você perder o cabo ou precisar de um adaptador… Nos EUA, um cabo Lighning sai por 19 dólares, e um reles adaptador (necessário para usar docks e acessórios do padrão antigo) custa extorsivos US$ 39. É bem caro, e imagine os preços no Brasil.
Mas isso vai mudar: acaba de aparecer o primeiro cabo Lighning não-oficial. Ele é produzido por uma empresa chinesa desconhecida e, tecnicamente, é falsificado mesmo – porque usa sem autorização uma tecnologia da Apple. Dentro do cabo, existe um chip que coordena a transmissão de dados e “engana” o iPhone, fazendo-o pensar que se trata de um cabo original. O cabo é de má qualidade, mas funciona. E custa apenas US$ 3,50 – cinco vezes menosdo que um original. Bem que a Apple poderia cobrar menos por cabos e adaptadores.

Facebook te deixa gordo e pobre

Facebook te deixa gordo e pobre
Bastam cinco minutos no Facebook (ou em qualquer outra rede social) para você ficar um pouquinho mais descontrolado. Aí fica difícil resistir às tentações, como comidas calóricas e compras desnecessárias. Ou seja, Facebook te faz engordar e se endividar.
A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Pitsburgo e da Universidade Columbia. Dois professores de marketing convidaram 541 pessoaspara alguns testes – uma parte delas acessava o Facebook e outras não. E, na sequência, eles tinham de escolher entre comer um biscoito de chocolate ou uma barra de cereal. O pessoal do Facebook preferia os doces. E eles também se mostravam mais propensos a seguir impulsos consumistas e torrar o dinheiro com uma compra qualquer. Além disso, os fãs de redes sociais desistiam mais rápido na hora de encontrar respostas para problemas de matemática.
Isso só acontece porque quando você tem boas interações com seus amigos pelo Facebook, você fica mais feliz. “Quando as pessoas usam o Facebook elas ficam mais felizes com elas mesmas”, explica Andrew Stephen, co-autor do estudo. “E pessoas que se sentem bem tendem a se controlar menos. Eles se dão permissão para extrapolar em algumas coisas”, conclui.
Os pesquisadores também perguntaram aos participantes sobre o tempo que passam online. Os mais cheinhos sempre gastavam mais tempo, todos os dias, com o Facebook.
Ou seja, meus amigos, fechem aquela aba ali do Facebook e vão aproveitar o dia lá fora.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Apple se retrata publicamente com a Samsung – e diz que ela não copiou o iPad



A Apple pode ter derrotado a Samsung na Justiça dos EUA, mas na Europa a história é outra.Em julho, a Justiça inglesa entendeu que o tablet Galaxy não é uma imitação do iPad – e obrigou a Apple a se retratar publicamente com a Samsung. A retratação terá de ser veiculada nos jornais ingleses e também no site da própria Apple, onde acaba de ser publicada.
O documento começa admitindo o fato: “A Alta Corte de Justiça da Inglaterra considerou que o Galaxy Tab, da Samsung, não infringe a patente de design da Apple”. Mas, logo em seguida, vira uma espécie de propaganda da própria Apple, citando passagens em que o juiz elogiou o iPad (“a simplicidade do design da Apple é impressionante”) e fustigou o Galaxy (“não é tãocool“). Ou seja: a Apple cumpriu a ordem judicial e publicou a retratação, mas dando um jeito de aproveitar isso a seu favor. Espertinha.

O Windows 8 chegou. Veja o que ele tem de bom – e de ruim



Nesta semana, a Microsoft finalmente coloca no mercado o Windows 8 – que já estava disponível em versão beta desde o começo do ano. A proposta do Windows 8, como a gente explicou na época, é unificar a interface gráfica de tablets e desktops/laptops. Isso significa que ele tem uma cara nova, com ícones e elementos grandões, e uma área de trabalho ‘viva’, que pode ser atualizada automaticamente com conteúdo da internet. É a interface gráfica Metro (ou, como prefere a Microsoft, “new Windows Experience”). Ela é mais fácil de entender vendo – dê uma olhada no clipe acima.
Essa é a parte boa do Windows 8. A parte ruim é que o novo sistema é bem diferente – e relativamente difícil de usar até que você se acostume a ele.  Dá para se acostumar. Mas o verdadeiro problema é que todos os softwares precisarão ser adaptados para essa nova interface. Quando você roda um software que não foi adaptado (e por enquanto praticamente nenhum foi), uma coisa estranha acontece: o Windows 8 “some”, e a interface antiga aparece na tela do seu computador. E isso pode ser muito perturbador. Veja só:



Uma coisa banal, como abrir o Word, é o suficiente para gerar esse efeito. Imagine passar por isso centenas de vezes por dia, toda vez que você alternar entre programas. É terrível. Com o tempo, os aplicativos irão sendo adaptados para o novo Windows, e o problema passará a ocorrer com menos frequência. Só que muitos softwares jamais serão convertidos, seja porque o fabricante não quer (caso do iTunes, por exemplo) ou porque realmente não dá (é quase impossível adaptar programas de alta complexidade, tipo Photoshop, para a interface Metro).
O mundo não vai acabar por causa do Windows 8. Algumas pessoas vão evitar o upgrade, outras vão se adaptar – e a maioria, suspeito, simplesmente irá instalar o Start8, um programa que oculta a interface Metro e deixa o Windows com a cara ‘tradicional’. Mas é fato que o novo Windows tem despertado certo receio no mercado e nos usuários – exatamente como o Windows Me e o Windows Vista. E isso não é uma boa notícia para a Microsoft.